Capítulo 6 — Um Preço Absurdo

Terlahir sebagai anggota keluarga yang ditakdirkan menjadi tumbal, sang adik antagonis sibuk membuka lahan baru. Qingqi 2401kata 2026-03-13 14:35:18

Não importava se a velha acreditava ou não, afinal, Wenyao já havia dito o que tinha a dizer. Considerando a relação deles com a casa ancestral, essa reconciliação não seria algo de um dia para o outro.

Após entregar o dinheiro à senhora Luo, Wenyao recomendou ao Dàtou que se comportasse, e só então, com o cesto às costas, deixou a casa ancestral acompanhada por Wenjun.

Quando eles partiram, a senhora Li se aproximou, curiosa, e olhou para as cinco moedas de cobre nas mãos de Luo.

"Mãe, que ventania atingiu o irmão mais velho? O que será que ele quer agora?"

Luo apertou as moedas na mão e lançou-lhe um olhar severo: "O que te importa? Vai logo alimentar as galinhas, de onde vem tanta conversa?"

Após dizer isso, Luo segurou a mão de Dàtou e voltou para dentro de casa.

Li fez uma careta e murmurou: "Esse dinheiro da casa ancestral também é fruto do nosso trabalho. Não é medo de ele vir enganar de novo?"

Luo não parou, mas as palavras de Li chegaram aos seus ouvidos. Ela suspirou resignada: ela e o marido já haviam feito o suficiente. Todos estavam certos: não podiam sacrificar o segundo e o terceiro filho em prol do primogênito.

Dàtou também ouviu o que Li disse, apenas apertou suavemente a mão de Luo, e seus grandes olhos a encararam como se quisesse consolá-la.

O semblante de Luo suavizou e seu coração se encheu de ternura por aquele neto tão pequeno, órfão de mãe, com um pai de índole duvidosa, ainda sem saber falar. Quem poderia prever seu futuro?

Do outro lado, os irmãos, guiados pela memória, seguiram pela trilha montanha acima. Quando chegaram à encosta, Wenyao, com o coração apertado, retirou dois pães do espaço mágico. Assim, improvisaram uma refeição.

Wenyao jurou a si mesma: quando tivesse dinheiro, iria se esbaldar em peixe e carne por alguns dias.

Como filhos do Instituto Agrícola, reconhecer plantas nunca foi problema; sabiam o que era comestível e o que não era. Contudo, já era inverno, e aquela montanha, próxima à vila, já havia sido quase toda explorada por outros moradores. O que era possível colher, já fora arrancado.

Se quisessem encontrar algo para comer, teriam que adentrar a floresta. Mas, diziam na vila, havia feras naqueles bosques. Embora no inverno essas criaturas hibernassem, nunca se sabe...

Assim, os dois só podiam andar pelo perímetro externo da montanha.

"Ali há um bosque de pinheiros; vamos ver se conseguimos pegar umas pinhas. Se tivermos sorte, talvez até uns cogumelos," disse Wenyao, apontando para o bosque ao longe.

Wenjun riu: "Na sua casa cogumelo cresce no inverno?"

Wenyao soltou uma gargalhada: "Sim, na minha casa cogumelo cresce no inverno!"

No passado, uma tia do Instituto Agrícola, especialista em fungos, gostava muito de Wenyao. Sempre lhe dava pacotes de cogumelos para cultivar em casa. Não só no inverno, mas em todas as estações, sua casa era repleta deles.

Wenjun também pareceu recordar os velhos tempos e riu junto. Assim, entre risos e conversas, os irmãos chegaram ao bosque de pinheiros.

Wenyao sabia que os esquilos costumam guardar comida nos buracos das árvores, então procurou por esses esconderijos e, de fato, encontrou várias pinhas e nozes.

"Esses esquilos jamais imaginariam que, ao preparar o abrigo para o inverno, acabariam saqueados," comentou Wenjun, enquanto continuava a recolher frutos.

Wenyao, já satisfeita, disse: "Pegue só o suficiente para nós, não precisamos de muito. Não sacia a fome, e se tirarmos tudo, os esquilos não sobreviverão."

No fundo, Wenyao queria usar os frutos para pontuar no sistema de conquistas.

Colocou algumas pinhas e nozes no espaço mágico e desbloqueou ambos os itens, mas ganhou apenas um ponto de conquista por cada um.

Dois pontos ao todo. Nem era suficiente para trocar um saco de sal.

"É um absurdo! Vender coisas segue o preço de sempre, mas ao entregar, só dão isso de pontos," Wenyao resmungou. No original, a protagonista ganhava dezenas, centenas, até milhares de pontos facilmente; por que, agora, tudo havia mudado?

Mas Wenyao percebeu algo: fosse uma pinha ou um punhado delas, o sistema dava o mesmo ponto. Então, decidiu colocar só uma de cada, guardando o resto para si.

Wenjun levou tudo numa boa: "Essas coisas são extras. Além disso, era para serem da protagonista; é normal haver mudanças. Veja se isso funciona," disse, entregando-lhe algo.

Wenyao olhou: parecia uma raiz.

"O que é isso?"

"É asparagus cochinchinensis, achei ali, cavei algumas. Tente colocar no sistema," explicou Wenjun.

Embora Wenjun fosse formado em medicina ocidental, na universidade teve um colega cuja família era de médicos tradicionais. Por diversão, todos do dormitório estudavam um pouco de medicina, e o Compêndio de Materia Médica era fácil de decorar. Por isso, reconhecia plantas medicinais.

Sem hesitar, Wenyao colocou a menor parte da raiz no sistema, e logo apareceu na tela:

"Asparagus cochinchinensis, também conhecido como Sanbai Bang, Wu Zhu, Si Dong, Raiz de Cauda de Tigre... Uso medicinal... Conquista: cinco pontos."

Saldo: 7

Nada mal, pensou Wenyao, satisfeita, colocando o restante da raiz no cesto.

"Vamos, irmão. Vamos cavar mais. Se vale cinco pontos, deve dar para vender. Quanto mais pegarmos, mais podemos vender na cidade," disse Wenyao.

Wenjun assentiu e, juntos, começaram a cavar nas proximidades. Wenjun procurava, Wenyao cavava.

Depois de recolher tudo o que podiam e juntar lenha, desceram a montanha.

Ao chegarem à casa ancestral, Dàtou já havia almoçado com os moradores. Luo, ao ver os irmãos cobertos de lama e com o cesto cheio, deixou transparecer um olhar de satisfação, mas nada disse; apenas entregou a cada um um pequeno pão de legumes ao partirem.

Embora pequeno, era melhor que nada.

Wenyao, mais que depressa, entrelaçou o braço da senhora Luo, com o rosto sorridente e atitude atrevida: "Obrigada, vovó! Eu sabia que a senhora nos ama. Quando eu ganhar dinheiro, vou comprar tecido para a senhora fazer um vestido novo!"

Luo, surpreendida, ficou rígida. Nenhum dos netos jamais ousara se aproximar assim. Por um instante, perdeu-se, e quando retomou o controle, Wenyao já havia partido, acenando junto com Dàtou.

Com uma mão segurando Dàtou e a outra lançando olhares furtivos à velha, Wenyao sorriu, satisfeita.

Era isso que queria: surpreender, permitir que a velha se acostumasse aos poucos.

"Vamos, Dàtou, para casa!" Mais um dia de reconciliação com a casa ancestral.

De volta ao lar, os irmãos passaram a tarde recolhendo pedras e montando um fogão improvisado. Dàtou, com um punhado de pinhas e nozes, sentou-se à soleira da porta, observando-os em silêncio.

Depois de ferver a água e lavar as raízes medicinais, deixaram tudo a secar no pátio. Arrumaram a casa e, quando terminaram, já era noite.

Ao entrar, Wenxiuyi viu os três filhos sentados ao redor da fogueira no pátio; sobre as chamas, um caldeirão soltando vapor, e o brilho do fogo tingia de vermelho seus rostos jovens.

Ao contemplar aquela cena, o cansaço do dia se dissipou instantaneamente.

"Filhos, estou de volta."