Volume I Capítulo 5 O Dedo de Ouro Espacial se Revela, Mudar, Mudar, Mudar!

Terjebak dalam Dunia Novel Era Tujuh Puluhan, Tokoh Wanita Jahat yang Dikutuk Tak Bisa Punya Keturunan Malah Dipuja Setinggi Langit oleh Sang Tuan Besar Babi yang pandai berkasih sayang 2641kata 2026-03-12 14:35:59

— Primo. — Lin Ranran adentrou-se no pátio da família Pei, chamando.

— Ranran, você chegou. — Sua tia, Lin Su'e, veio recebê-la com um sorriso.

Entretanto, ao perceber o ventre levemente arredondado de Lin Ranran, o sorriso se desfez num instante, dando lugar a uma expressão de desdém.

Esta era a tia da protagonista original; não foram poucas as vezes que a antiga Lin roubou ouro e joias da família Ji para presenteá-la. Mais ultrajante ainda, após o casamento da protagonista com a família Pei, a tia tornou-se sua sogra e passou a explorá-la sem piedade, obrigando-a a executar as tarefas mais árduas e vis, além de submetê-la a maus-tratos. Para sobreviver naquela casa, só restava à protagonista engolir a humilhação.

— Tia, vim procurar o primo. Ele está em casa? — perguntou Lin Ranran, contendo o asco.

— Ele foi ferido por Ji Junxiao, está deitado na cama — respondeu Lin Su'e, com evidente má vontade.

O quê? Ele foi mesmo espancado? Lin Ranran pensara que Ji Junxiao apenas a enganara; quase não conteve o riso.

— Ji Junxiao passou dos limites! Eu não vou deixá-lo impune! — exclamou Lin Ranran, fingindo-se indignada.

Lin Su'e, bufando de raiva, disse:

— Eu estava justamente indo à família Ji tirar satisfação. Ele tem que nos pagar as despesas médicas! Só com o soro já gastamos dez yuans.

Os olhos de Lin Ranran brilharam com astúcia:

— Tia, tenho uma ideia.

Os olhos de Lin Su'e se iluminaram:

— Diga, conte-me!

— Tia, a senhora não gostaria de pôr as mãos em todas as joias e riquezas da família Ji?

Lin Su'e assentiu com fervor.

Lin Ranran acariciou o ventre:

— Para que eu mantenha o bebê, a família Ji prometeu entregar-me toda a administração da casa, com todos os bens e joias. Pelo que sei, ainda têm três mil yuans e baús de joias. Tia, imagine: assim que eu assumir o comando, levo toda a fortuna deles, aborto o filho, peço o divórcio e dou o golpe fatal. No fim, mando todos chorando para o campo, para comer lavagem de porco. Não é vingança doce?

Os olhos de Lin Su'e cintilaram:

— É um plano perfeito! Ji Junxiao ousou ferir meu querido filho, agora é a vez deles apodrecerem no campo!

— Só que... — Lin Ranran assumiu um ar de hesitação.

— Está com algum problema? — perguntou Lin Su'e.

— O dinheiro que eles me deram de salário já gastei todo. Enganei-os tantas vezes que não confiam mais em mim. Disseram que só me deixam administrar se eu mostrar as economias da família.

— Fácil. Peça ao seu primo que lhe empreste algum dinheiro — sugeriu Lin Su'e.

— Tia, a senhora sabe: quase tudo que tirei da família Ji já entreguei ao primo — respondeu Lin Ranran, suspirando.

— Ora, você vai se casar com a família Pei, não há por que distinguir o que é de quem — declarou Lin Su'e, cheia de razão.

Então não pretende admitir o que lhe foi dado? Lin Ranran cerrou os punhos e semicerrando os olhos, assentiu:

— Tem razão, não precisamos dividir nada. Só temo que o primo se recuse a emprestar. Seria melhor se a senhora conversasse com ele antes. Ah, e aquelas joias, vales de mantimentos e alimentos que lhe dei, traga tudo. Preciso acalmar a família Ji primeiro.

— Está bem. Vou falar com An’er e depois reúno as joias para você. Sente-se um pouco — disse Lin Su'e, subindo as escadas.

Sentada no sofá, Lin Ranran observava, entediada, a casa de seu primo.

Seus olhos pousaram sobre a mesa de centro à sua frente. O acabamento em madeira era refinado, a textura firme e agradável ao toque — um material de primeira qualidade. Ela não pôde deixar de imaginar como seria imponente levar aquela mesa para o campo.

Enquanto sonhava, sentiu um calor súbito no pulso: a pulseira de jade que adquirira por nove yuans e noventa centavos num certo site começou a emitir uma luz tênue e misteriosa. O brilho intensificou-se, ferindo-lhe os olhos, e uma força irresistível a puxou, mergulhando-a na escuridão. Num instante, foi sugada para dentro.

Quando Lin Ranran recobrou a consciência, ficou estarrecida com o que via!

Encontrava-se em um espaço fantástico, como um sonho. Sob seus pés, a relva era verdejante; ao redor, flores de todas as cores desabrochavam em profusão, exalando fragrâncias inebriantes. Não longe dali, uma cabana de madeira delicada erguia-se silenciosa. Ao lado, um riacho cristalino murmurava suavemente.

— Isto… isto é aquele “espaço portátil”, o famoso trunfo das protagonistas de romance transmigrado? Meu Deus, que mérito tenho eu para merecer isto?

Com o coração aos pulos, Lin Ranran apressou-se em direção à cabana. O interior era simples: um cômodo, uma sala, uma cozinha e um banheiro. Mas, além da estrutura básica, não havia nada, o vazio tornava o ambiente um tanto gélido.

— Quer dizer que devo mobiliar tudo eu mesma?

— Está certo. Antes de ir para o campo, encher este espaço até transbordar!

Deixou a cabana, respirou fundo e, concentrando-se, pensou: “Quero sair do espaço e trazer provisões!”

E o milagre aconteceu: mal terminou o pensamento, um lampejo de luz e ela estava de volta ao sofá de antes.

Os olhos de Lin Ranran brilharam com decisão. Focou a mesa de centro e, num impulso mental, fez com que a peça desaparecesse diante de si. Ao espiar o espaço, lá estava a mesa, já no centro da sala.

Empolgada com o êxito, Lin Ranran não se conteve: logo transferiu também as cadeiras, a mesa entalhada e alguns baús para o espaço. Quanto mais transferia, maior era sua excitação.

Por fim, esvaziou a cozinha de arroz e óleo!

— Ranran, vá ver seu primo — chamou a tia, descendo as escadas.

Lin Ranran se levantou prontamente:

— Sim, tia, vá buscar logo as joias para mim.

— Está bem — respondeu Lin Su'e, sentindo estranhamente que a casa parecia mais vazia. Achou que era impressão de sua idade e, apressada, foi ao quarto conferir as joias recebidas.

Ao entrar no quarto, Lin Ranran deparou-se com Pei Yu'an, o rosto marcado por hematomas — e em seu íntimo, rejubilou-se. Ji Junxiao realmente não teve dó! Não é à toa que o escolhi!

Um canalha como este merece uma surra de matar!

— Primo, você está tão mal! — disse Lin Ranran, fingindo enxugar lágrimas. — Meu coração dói por você!

Pei Yu'an rangeu os dentes de raiva:

— Foi tudo culpa daquele desgraçado do Ji Junxiao!

— Chorei tanto, primo, você é tão digno de pena, sinto um aperto no peito!

— Melhor não falar mais nisso. O importante é que valeu a pena. Aqui estão quinhentos yuans e vales de mantimentos, leve e acalme a família Ji — disse Pei Yu'an, tirando debaixo do travesseiro um envelope surrado e entregando a Lin Ranran.

Os olhos dela brilharam; pegou o envelope e, num piscar, o transferiu para seu espaço.

— Primo, a família Ji é muito rica. Agora, para que eu mantenha o filho, posso pedir o que quiser que eles aceitam. — Lin Ranran girou os olhos, astuta. — Veja, tenho aqui uma nota promissória de dois mil yuans; que tal assinar? Eles ainda têm três mil guardados, mas temo que não queiram me entregar tudo.

O olhar de Pei Yu'an denunciou surpresa:

— A família Ji tem tanto dinheiro assim?

— Pois é, herança dos antepassados. Devem ter pilhado muito — garantiu Lin Ranran.

— Mas se eu pedir emprestado, eles vão dar?

— Está tudo por escrito, não podem recusar. Se tentarem, eu uso de todos os artifícios: choro, escândalo, ameaço me matar.

— Depois não esqueça de rasgar a nota — pediu ele.

— Evidente. Por você, primo, faço qualquer sacrifício. Meu sentimento é sincero, será que ainda não compreendeu?

Ao pensar que ela era uma tola apaixonada, Pei Yu'an assinou rapidamente a nota.

Tolo! E ainda se diz militar.

Na verdade, tudo o que conseguiu foi por meio de intrigas.

— Primo, recupere-se bem. Espere por mim, retornarei vitoriosa! — Lin Ranran contemplou a nota assinada, sentindo-se de ótimo humor, e olhou para Pei Yu'an com um inusitado ar de benevolência.