Volume I, Capítulo VI: Será que está assombrado?

Terjebak dalam Dunia Novel Era Tujuh Puluhan, Tokoh Wanita Jahat yang Dikutuk Tak Bisa Punya Keturunan Malah Dipuja Setinggi Langit oleh Sang Tuan Besar Babi yang pandai berkasih sayang 2474kata 2026-03-13 14:36:52

        Pei Yuan olhou para ela; aquela mulher tornava-se cada dia mais bela e sedutora.     Não era de admirar que tivesse deixado Ji Junxiao completamente fascinado, perdido de paixão.     Ao pensar que ela já fora de Ji Junxiao, uma sensação amarga lhe corroía o peito.     “Ranran, sei que te fiz passar por muitos constrangimentos ultimamente. Quando te receber em minha casa, prometo cuidar de ti com todo o carinho.”     Confiar nas palavras de um canalha é menos seguro do que acreditar em fantasmas!     Lin Ranran sorriu com doçura: “Primo, eu também vou te ‘cuidar’ muito bem.”     Virou-se e saiu; mal ultrapassara a soleira do quarto, ouviu Pei Yuan murmurar às suas costas: “Apaixonada... ela pensa mesmo que eu faço tanta questão dela? Se não fosse para enfurecer Ji Junxiao ao casar contigo, eu jamais o faria. Maldita, não há nada de precioso em ti!”     O passo de Lin Ranran vacilou; um brilho gélido cruzou-lhe o olhar.     Canalha, espere—vou esvaziar tua casa!     Enquanto isso, Lin Su’e estava agachada, vasculhando um velho baú, de onde retirava vários ornamentos de ouro e prata.     Lin Ranran entrou no quarto e, de imediato, fixou o olhar naquele baú de sua tia.     As joias da família Pei pareciam abundantes.     E, na maioria, fruto de dinheiro sujo.     “Ranran, tudo que me deste está aqui.” Lin Su’e embrulhou os objetos em tecido, recomendando: “Deves vir buscar logo essas coisas.”     Lin Ranran sorriu: “Pode ficar tranquila.”     Quando a tia se distraía, ela, com um pensamento, fez desaparecer o baú dentro de seu próprio espaço.     Depois, fingindo vaguear pelo quarto, repetiu o processo, levando consigo vários móveis de valor.     Tudo aquilo, vendido como usado, ainda valeria algum dinheiro.     Assim, tudo que tivesse algum valor ia direto para o seu espaço.     Lin Su’e, ao ver a casa subitamente esvaziada, ficou atônita: “Estou ficando cega? O aparador, a mesa, as cadeiras, sumiram todas? Ranran—Ranran!”     Lin Ranran perguntou, solícita: “Tia, o que houve?”     Lin Su’e respirava com dificuldade, tremendo ao apontar o lugar onde antes estavam os móveis; sua voz elevava-se: “Ranran, as coisas da casa sumiram de repente!”     

        “O que sumiu de repente?” Lin Ranran fingia ignorância, mesmo compreendendo perfeitamente.     “Meu baú! O baú com joias e os cadernos de poupança da família!” Lin Su’e, aflita, correu para seu quarto.     Entrou, fitando com ansiedade o canto familiar, mas o baú que guardava a riqueza da família já não existia; desaparecera sem deixar vestígios.     “Não, não, deve ser minha visão... Ranran, diz-me que o baú ainda está aqui, por favor!”     A voz de Lin Su’e era quase um lamento, enquanto se apoiava, desolada, em Lin Ranran, que a seguira.     Lin Ranran: “Ora, tia, o baú realmente sumiu, mas não ouvimos nada, ninguém entrou em casa.”     Ao ouvir isso, Lin Su’e sentiu as pernas fraquejarem, repetindo sem cessar: “Não, não, deve ser ilusão, só pode ser ilusão!”     Era inconcebível que um baú tão grande sumisse diante de seus olhos, sem que ninguém percebesse.     Afinal, estavam numa residência militar, sempre bem guardada—que ladrão ousaria invadir ali?     “Que desastre, tia! As coisas que me deu, eu deixei na mesa da sala.” Lin Ranran fingiu recordar e correu até a sala.     Lin Su’e, esquecendo o próprio cansaço, tropeçou atrás dela.     “Tia, as coisas sumiram, até a mesa desapareceu. Os quinhentos yuan e os tíquetes de ração que o primo me deu estavam naquele embrulho.”     Lin Ranran, no centro da sala vazia, passou propositalmente a mão nos olhos.     “Não, o dinheiro e os tíquetes, tens certeza de que não os guardaste contigo?” Lin Su’e ainda nutria um fio de esperança.     Lin Ranran vasculhou todos os bolsos, abrindo as mãos num gesto de impotência: “Não estão comigo, tia. Não acha estranho? Será que algum fantasma levou tudo?”     Lin Su’e repreendeu logo: “Não diga bobagens, ainda mais em plena luz do dia.”     “Mas é realmente esquisito. A sala foi quase toda esvaziada, não faz sentido algum.”     “Chega de tolices.” Lin Su’e esforçou-se por se acalmar, mas as mãos trêmulas traíam seu desespero.     “Será que essas coisas eram ilícitas? Por isso os fantasmas as levaram.”     Lin Su’e inspirou fundo, tentando manter-se firme: “Não, Ranran, não imagine tais coisas. Foi apenas ilusão. Vai, liga para teu tio, que ele volte para casa e chame a polícia, sim, imediatamente!”     “De jeito nenhum, tia!” Lin Ranran, alarmada, segurou o braço de Lin Su’e, com expressão aflita: “E se essas coisas forem de origem duvidosa? Chamar a polícia seria uma catástrofe para a família Pei! Poderíamos nos meter numa encrenca enorme.”     Lin Su’e, ouvindo isso, hesitou e apertou o rosto: “Então... que se ligue primeiro para teu tio.”     

        Nesse instante, Pei Yuan, ouvindo o alvoroço lá embaixo, desceu cambaleando.     Ao ver a casa quase vazia, ficou estupefato: “Mãe, mas... o que está acontecendo?”     Lin Ranran correu ao seu encontro: “Primo, é um horror, a casa foi tomada por fantasmas, as coisas sumiram sem explicação!”     Pei Yuan franziu o cenho: “Ainda é dia, não fale besteiras.”     Será que essa apaixonada tem medo de fantasmas?     Deve estar fingindo para se jogar em meus braços.     Lin Su’e olhou para o filho, cheia de esperança: “An, vê bem, as coisas ainda estão aí?”     Pei Yuan examinou o ambiente e confirmou: “Mãe, a casa está mesmo quase vazia. Vai trocar os móveis?”     “Estou perdida, então é verdade.” Lin Su’e, ao ouvir isso, desabou no chão, o olhar tomado de desespero.     Pei Zhongmou, ao saber do estranho ocorrido, correu para casa, aflito.     Ao entrar e ver o vazio, ficou boquiaberto, exclamando: “O que aconteceu? Vão trocar os móveis?”     Lin Su’e pôs-se a chorar, dizendo entre soluços: “Meu marido, eu e Ranran estávamos aqui o tempo todo, mas os móveis sumiram inexplicavelmente. Será que alguém está nos prejudicando?”     Lin Ranran interveio na hora: “Em plena luz do dia, é como se tivéssemos visto um fantasma. Tio, talvez devêssemos chamar um sacerdote para afastar os espíritos; quem sabe assim nossas coisas retornem.”     “Chega de bobagens!” Pei Zhongmou, com o rosto severo, cortou o assunto.     Lin Ranran fez um muxoxo, contrariada, murmurando: “Não estou mentindo, a dona Zhang, da casa ao lado, passou a noite toda expulsando espíritos.”     “Marido, faça alguma coisa!” Lin Su’e agarrou o braço do esposo, chorando sem consolo.     Pei Zhongmou, de repente, lembrou-se de algo; seu rosto empalideceu. Correndo ao quarto, gritou:     “O baú, onde está?”     A voz de Pei Zhongmou era tomada de urgência.     “Não... desapareceu.” Lin Su’e mal conseguia falar, tão abatida estava.     Pei Zhongmou tremia de raiva—o conteúdo daquele baú, se revelado, arruinaria para sempre a família Pei! Mas tal verdade, jamais poderia ser dita.